Browsing articles in "Pensamentos"
jan 21, 2013

“O passado nunca está morto, nem sequer é passado”…

… “Em outras palavras, é bem verdade que o passado nos assombra; é função do passado assombrar a nós que somos presentes e queremos viver no mundo como ele realmente é, isto é, como se tornou o que é agora” (Hannah Arendt, em “Responsabilidade e Julgamento”)

Walmor Chagas estava solitário e quase cego. Antes do suicídio, disse a um amigo que não gostava da vida pela metade

dez 19, 2012

“Bancar o pequeno não ajuda o mundo”

“Nosso grande medo não é o de que sejamos incapazes.
Nosso maior medo é que sejamos poderosos além da medida.
É nossa luz, não nossa escuridão, que mais nos amedronta.
Nos perguntamos: “Quem sou eu para ser brilhante, atraente, talentoso e incrível?”
Na verdade, quem é você para não ser tudo isso?…
Bancar o pequeno não ajuda o mundo.
Não há nada de brilhante em encolher-se para que as outras pessoas não se sintam inseguras em torno de você.
A à medida que deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às outras pessoas permissão para fazer o mesmo”.

Nelson Mandela
(Discurso de posse, em 1994)

dez 19, 2012

“O bravo não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo” (Nelson Mandela)

set 30, 2012

O grande diálogo do amor


Assim falou, um dia, o Amante à sua Amada:

“- Não quer você seguir, comigo, a mesma estrada?
“E Ela disse: “- E se for uma grande subida  para enfrentarmos, os dois, durante toda a vida?” 

“Não temas a subida” – então diz-lhe o Amante,
“pois o amor nos transporta em sua asa possante.”

Mas a Amada persiste: “E se houver muito espinho e muita pedra aguda, ao longo do caminho?”

E ele responde: “Espinho e pedra viram flor quando existe no peito um grande, imenso Amor.”
“E se a noite chegar, deixando tudo escuro”,  – diz ela – “como achar a trilha do futuro?”

“Sossegue!… A minha vida, unida sempre à tua,
será brilho de sol, será clarão de lua!”

Mas ela insiste: “E o frio?… a neve em vez de orvalho
e a gente a caminhar sem agasalho?”

“Querida, o nosso Amor” – diz ele – “é chama ardente
que sempre há de aquecer a existência da gente!”

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set 30, 2012

A encruzilhada mágica da recordação com a Esperança

Dormimos sem as respostas sobre qual caminho seguir para efetivar nossos sonhos. E na manhã seguinte queremos recomeçar outra vez. E nos cobramos pelo que não terminamos. Se levantamos todo dia, é porque refletimos sobre o passado. Buscamos em nossos erros e acertos a compreensão do presente com o objetivo de construir o futuro. Se caminhamos todo o dia, é porque nutrimos a Esperança de conhecer, ainda nesta vida, aquele maravilhoso lugar ao qual chamamos Paraíso.

Assim, quando o Sol desponta no horizonte e encontra algum idealista ou empreendedor de pé, ocorre um fenômeno que parece físico, mas em verdade é metafísico –no qual as sombras do ontem projetam-se sobre o dia de hoje, apontando a direção das luzes do amanhã. Então passado, presente e futuro se entrelaçam, fazendo de toda alvorada a encruzilhada mágica da recordação com a Esperança.

set 29, 2012

Os Degraus de Ouro da Teosofia

Uma vida limpa
Uma mente aberta
Um coração puro
Um intelecto faminto
Uma percepção espiritual desvelada
Ser fraternal para com todos Corajosa paciência na injustiça pessoal…

Mestre Krishnamurti

set 28, 2012

Vergonha de ser honesto

 “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar  da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser  honesto“. (Rui Barbosa – Senado Federal, RJ. Obras Completas, v. 41, t. 3, 1914, p. 86

set 26, 2012

Sobre a arte de ser julgado

set 7, 2012

“O homem é do tamanho do seu sonho” (Fernando Pessoa)

ago 29, 2012

Arendt e a Comissão da Verdade

“É bem verdade que o passado nos assombra; é função do passado assombrar a nós que somos presentes e queremos viver no mundo como ele realmente é, isto é, como se tornou o que é agora” (Hannah Arendt)

ago 26, 2012

“Odeio as almas estreiras, sem bálsamo e sem veneno, feitas sem nada de bondade e sem nada de maldade” (Nietzsche)

ago 25, 2012

Maestros de sonhos

ago 25, 2012

Não tenha medo que tua vida termine; tenha medo que a vida nunca comece

jul 31, 2012

Os desejos e as estrelas

“Se as coisas são inatingíveis… ora!

Não é motivo para não querê-las…

Que tristes os caminhos, se não fora

A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

jul 31, 2012

Nietzsche e a Auto-Ilusão

Busquemos no pensamento Nietzsche o arcabouço teórico para compreender o imaginário e sua utilização metodológica na análise da História. Coube a Hidden Write[1] a árida tarefa de analisar as teorias sobre o Imaginário encontradas ao longo da obra do filósofo alemão, autor da polêmica idéia do Ubermensch[2], o sobre humano, e dar às mesmas a roupagem historiográfica. A idéia central de Nietzsche, segundo seu intérprete, é a de que a história não é como um fim, mas como um meio ela perpassa todas as outras ciências. Sobre a “objetividade da história”, Nietzsche escreveu que a objetividade é “composição” em sua forma mais elevada, “cujo resultado será uma imagem artisticamente, mas não historicamente, verdadeira”. Segundo Write, isso significa que o saber histórico, que se distingue do conhecimento ou da informação histórica, é percepção, fabulação dramática ou, como o próprio White a denominou, “elaboração de enredo”. Segundo ele, Nietzsche sustentou que, de fato:

“Poderia haver uma espécie de escrita histórica que não contivesse um pingo de realidade, e que, no entanto, fizesse jus a ser considerada objetiva no mais alto grau. (…) Portanto, preveniu Nietzsche, essas concepções de ‘objetividade’ deve ser usada com cautela. Não se deve presumir que haja alguma ‘oposição’ entre a ‘ação humana e o processo do mundo’. Eles são a mesma coisa[3]

De acordo com Nietzsche, a forma mais destrutiva de ilusionismo é a que transforma uma imagem num conceito e depois congela a imaginação dentro dos limites estabelecidos pelo conceito. Ele compara o poder dinâmico Continue reading »

jul 31, 2012

Entre anjos e demônios interiores

“O homem cria o sublime, mas, também, pode criar o monstruoso”. Hannah Arendt

Hannah Arendt: judia, discípula e amante do polêmico Heiddeger (um dos filósofos de Hitler), ela passou uma vida a buscar reflexões sobre os fenômenos nazista e comunista, a malignidade humana e as mentiras na política

jul 31, 2012

O grande homem e o homem comum

“A mentalidade de um indivíduo, mesmo que se trate de um grande homem, é justamente o que ele tem de comum com outros homens de seu tempo” – J. Le Goff

Dalai Lama: ícone da mentalidade panteísta de nosso tempo

jul 30, 2012

O grande diálogo do amor

Assim falou, um dia, o Amante à sua Amada:
“Não quer você seguir, comigo, a mesma estrada?”
E Ela disse: “- E se for uma grande subida  para enfrentarmos, os dois, durante toda a vida?”
“Não temas a subida” – então diz-lhe o Amante, “pois o amor nos transporta em sua asa possante.”
Mas a Amada persiste: “E se houver muito espinho e muita pedra aguda, ao longo do caminho?”
E ele responde: “Espinho e pedra viram flor quando existe no peito um grande, imenso Amor.”
“E se a noite chegar, deixando tudo escuro”, – diz ela – “como achar a trilha do futuro?”
“Sossegue!… A minha vida, unida sempre à tua, será brilho de sol, será clarão de lua!”
Mas ela insiste: “E o frio?… a neve em vez de orvalho e a gente a caminhar sem agasalho?”
“Querida, o nosso Amor” – diz ele – “é chama ardente que sempre há de aquecer a existência da gente!”
“E se chegar um dia a fome, em mau momento e a vida nos negar o trigo do sustento?”
“Cavaremos a terra os dois juntos, então, para plantar o Amor que é trigo, fruto e pão!”
“E se formos, depois, por um grande deserto, uma região sem água alguma longe ou perto?”
Mas ele dizia: “Querida, a vida de quem ama,  é fonte de onde a água, em ondas se derrama”
“E se o Amor acabar?…” a Amada então hesita… “que nos vai suceder em tamanha desdita?”
“Querida, o Amor não morre, o Amor é puro e terno, porque o Amor é Deus e o grande Deus é eterno! Não, o Amor não acaba…” o amante respondeu…
“Se todo Amor for grande assim como este meu, ele só acabará quando o sol apagar e não houver mais água alguma em todo o mar!”
E ele estendeu a mão, assim como proposta e ela lhe deu a sua, assim como resposta…
E sorrindo, o bom Deus, que tudo estava a olhar, pôs mais chamas no sol e mais águas no mar!…

(Não sei o autor. Tem uns 10 anos ou mais que encontrei esse texto. Guardei. Hora de compartilhá-lo)

 

jul 24, 2012
superadmin

“O valor das coisas”

O valor das coisas não esta no tempo em que elas duram mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas inseparáveis” (Fernando Pessoa)

Irmãos, 1973: Andrea (esq), Hugo, Astrid, Rodrigo e Anelisa

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