CONTEÚDOS – COMUNICAÇÃO E INTELIGÊNCIA NA GESTÃO DE CRISES

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A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia

A pedra e a vidraça: como lidar com a mídia

Módulo 1: (8 horas)

A relação entre jornalistas (as pedras) e assessores de comunicação (as vidraças) diante de escândalos e crises institucionais. O jornalismo investigativo e as crises políticas; o fetiche pelo jornalismo “denúncia”; o interesse econômico por trás das investigações jornalísticas. A ética do repórter “perdigueiro” (investigativo); as demandas do repórter especializado, do editor e do colunista. A gestão cotidiana da mídia pelo assessor de comunicação: relação com a fonte; ameaças; dead-line; como emplacar notícias; como derrubar notícias. A redução de danos em caso de escândalos. Éticas e práticas: ou como funciona a cabeça dos jornalistas. O objetivo deste módulo é buscar tecer um diálogo pedagógico entre um jornalista investigativo com grande experiência em provocar crises, e um especialista em comunicação com larga expertise na gestão de crises (Professores: Hugo Studart e Homero Zanotta).

Como montar um Gabinete de Crise

Como montar um Gabinete de Crise

Módulo 2: (8 horas)

O que é uma crise? Características e diferenças de escândalos, desastres, situações emergenciais e crises. Quem é o porta-voz e o que declarar. A verdade pode ser a primeira vítima. O gerenciamento do imprevisível. Níveis de tratamento das crises. Os indicadores de crises e o “semáforo” das crises. A composição básica de um gabinete de crises: grupo de apoio (caráter permanente), grupo de mediadores/consultores (internos e externos), grupo de executivos e governança que conduz decisões. Quem faz o quê e a estrutura de funções nas crises. Requisitos essenciais necessários para composição do gabinete de crises: liderança, equilíbrio emocional, conhecimento, discrição e colaboração. Acionamento e composição do gabinete de crises. Local e características do Op-Center como sala de situação ou o centro de operações.

Ações a realizar antes, durante e após as crises. Análise pós ação de gerenciamento de crises: lições aprendidas, ensinamentos, correções e novas práticas. Crises que não têm fim. (Profº Homero Zanotta)

Os donos do Brasil e o Quarto Poder

Os donos do Brasil e o Quarto Poder

Módulo 3: (8 horas)

Reflexões sobre a relação entre o sistema político e econômico brasileiro e o chamado Quarto Poder (mídia). A relação entre público e privado por meio do financiamento de campanhas e construção dos oligopólios econômicos com dinheiro público. Panorama dos grandes grupos de mídia brasileiros e a dependência econômica dos governos e dos bancos. Como influir na construção da pauta dos veículos jornalísticos e dos formadores de opinião. Anatomia dos jornalistas influentes: quem é quem entre os editores, colunista, repórteres investigativos e setorizados. Quando acionar editores, colunistas de opinião, colunistas de notas ou repórteres especializados. (Profº Hugo Studart)

Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise

Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise

Modulo 4: (8 horas)

Crises: características únicas e soluções individualizadas. Metodologia básica: ações da prevenção, preparação, planejamento, preparo, resposta ou gerenciamento e recuperação. Apresentação de metodologias e de ferramentas para a gestão de crises por meio de estudos de caso sobre crises de imagem em escândalos de corrupção, envolvendo agentes públicos e corporações privadas. A relação de confiança entre o sujeito-alvo o assessor de crise. Visão dos públicos estratégicos; público interno; estudo dos públicos de interesse; diferenças entre comunicação pública, institucional, governamental e corporativa; arquitetura e estrutura organizacional dos setores ligados à Comunicação; assessorias de comunicação, estudo de onde a comunicação não atua e novas possibilidades. Análises situacional e ambiental. A visão de futuro institucional/organizacional. Análise dos sistemas de comunicação internos das empresas, níveis alcançados, explorando pontos fortes e colaborando para minimizar vulnerabilidades (Profº Homero Zanotta)

Técnicas de persuasão e gestão de network

Técnicas de persuasão e gestão de network

Módulo 5: (8 horas)

Os modelos de persuasão. Técnicas de abordagem de fontes de informação. Noções de PLN e de linguagem do corpo. Comportamento, noções básicas de vestuário e etiqueta profissional. Modelos de rede de contatos. Organização da agenda e hierarquização das fontes. Os bons e os maus momentos para iniciar a relação com a fonte. As características, diferentes demandas e persuasão de autoridades do Executivo, do Legislativo, do Judiciário, do Ministério Público e da polícia. Persuasão de assessores e subalternos. (Profº Hugo Studart)

Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise

Metodologias e ferramentas para a Gestão de Crise

Modulo 6: (8 horas)

Planejamento e prática de pesquisa para explicar ou justificar denúncias. Memória, conhecimento técnico e gestão de dados. Gestão da rede de contados e das fontes de informações. A relação com o Ministério Público e as técnicas de “lavagem de informação suja”. Técnicas de redução de danos por meio de contrainformações: Estudos de casos. (Professores Homero Zanotta e Fernando Fernandes).

Técnicas apuração de informações de campo

Técnicas apuração de informações de campo

Módulo 7: (8 horas)

A entrevista jornalística e a entrevista de inteligência. Pesquisa e preparação das entrevistas. Conversas informais “off the records”; conversas e entrevistas formais “em on”. A “coletiva em off”. O deeptroath. O uso do off e o sigilo da fonte: éticas, práticas e violações. Técnicas de apuração de campo aplicadas aos profissionais de RIG. Estudos de caso. Oficina de práticas. (Professores Homero Zanotta e Hugo Studart).

Etiqueta profissional aplicada às Relações Institucionai

Etiqueta profissional aplicada às Relações Institucionai

Modulo 8: (8 horas)

A importância do comportamento na formação da imagem pessoal. Etiqueta profissional como fator de credibilidade. A psicologia do traje e da apresentação pessoal: vestimentas, acessórios e maquiagem em diferentes situações. Os sabotadores de imagem. Comunicação verbal e não verbal associada à etiqueta corporativa. Protocolos no dia a dia do trabalho: cumprimentos, reuniões de negócios, visitas empresariais, cartões de visita, o uso do celular, gafes, festa de trabalho, almoços de negócios, noções de etiqueta à mesa. Compliance relacionado a presentes ou convites para almoços como forma de persuasão. Restaurantes e bares adequados e inadequados. Comportamentos à mesa. Quem paga a conta? Presentes proibidos, permitidos ou criativos. (Profª Romaly de Carvalho).

Prospecção estratégica para prevenção de crises

Prospecção estratégica para prevenção de crises

Módulo 9: (8 horas)

O Século XXI e as mudanças, cada vez mais intensas e frequentes. A Prospectiva Estratégica e as correntes mais praticadas no mundo. Características da Prospectiva. A Metodologia FIGE – Ferramentas Integradas de Gestão Estratégica e o Método SAGRES de elaboração de Cenários Prospectivos.  Avaliação Diagnóstica e suas conclusões, com ênfase nas possíveis crises que poderão ocorrer até o horizonte temporal determinado. Análise de Relevância. Incertezas Críticas e Elementos Predeterminados relacionados às crises. Análise Morfológica. Consulta Áugures. Identificação, esquematização e descrição de Cenários Prospectivos de Crise. Propostas de políticas, programas, projetos e iniciativas para prevenção de crises ou reações a elas. (Profº Raul Sturari)

Análise de crises clássicas bem (ou mal) gerenciadas

Análise de crises clássicas bem (ou mal) gerenciadas

Modulo 10: (8 horas)

Análise histórica de casos clássicos crises bem ou mal gerenciadas. Quanto pode custar gerenciar uma crise? Os possíveis impactos das crises nas instituições e empresas. Planos de condução de crises. Cuidados para não surgir uma crise dentro de outra. Cenários possíveis, uma crise pode surgir exatamente quando tudo parece estar sob controle. O mapeamento dos stakeholders. As atitudes e os posicionamentos das instituições e empresas. Temas para posições positivas em situações de crise. Casos a serem estudados: 1) Exxon Valdez (1989); 2) British Petroleum, a plataforma Deepwater Horizon e o maior desastre ambiental dos EUA; 3) Coca Cola: quanto vale uma marca?; 4) Tylenol; Union Carbide (Bhopal, Índia); 5) Dick Cheney, vice-presidente dos EUA; 6) Aspartame; 7) A história não tão secreta da retirada do amianto do porta-aviões Clemenceau. 8) O tsunami na Ásia: um caso clássico de apoio 9) As charges muçulmanas e a liberdade de imprensa. (Profº Homero Zanotta).

Direitos Humanos e Cidadania: contextualização histórica

Direitos Humanos e Cidadania: contextualização histórica

Módulo 11: (8 horas)

A construção dos Direitos do Homem e do Cidadão. 1ª Geração dos Direitos  Liberdade: O legado do Iluminismo. 2ª Geração dos Direitos – Igualdade: O legado do Socialismo; a construção do Estado Providência. 3ª Geração dos Direitos: Fraternidade: O legado do Século XX – Pacifismo, filantropia e ONG’s sociais; grupos vulneráveis: crianças, idosos e deficientes físicos; a ética do politicamente-correto. Desafios do Século XXI: Minorias étnicas e as ações afirmativas no Brasil. Gênero: A história da emancipação da mulher; a luta pela liberdade afetiva em todas as suas facetas (mulheres, homossexuais e transgêneros). O desafio dos vulneráveis e dos esquecidos: a história da inclusão de minorias como deficientes físicos, portadores de doenças mentais, assistência educacional a crianças carentes, assistência a idosos e recuperação de dependentes químicos. (Profº Hugo Studart)

Estudos de Caso no Brasil

Estudos de Caso no Brasil

Modulo 12: (8 horas)

As grandes crises nacionais e a análise de seus respectivos gerenciamentos: 1) O caso dos gatos do Planalto: assessoria na vidraça e a situação de crise; 2) Escola Base de São Paulo 3) Situação da crise da Varig: a morte da empresa. 4) As empresas aéreas do Brasil: qual a próxima crise; 5) A gripe Aviária e o assessor “profeta do apocalipse”; 6) Inferno na P36: uma crise bem gerenciada e a “reunião da Ave Maria”; 7) A morte da irmã Dorothy na Terra do Meio: crise na Amazônia; 8) Parmalat Brasil; 9) Microvilar, da Shering do Brasil. 10) A onda de água no sertão: um gabinete de crises de longa duração. (Profº Homero Zanotta).

Mídia e novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia

Mídia e novos atores das crises de cidadania: minorias, gênero, ecologia

Módulo 14: (8 horas)

Construção e desafios do movimento ecológico, história dos movimentos e das vozes que buscam soluções para a questão das mudanças climáticas e o colapso dos recursos naturais, com as suas diferentes vertentes: de aliança com o capitalismo, de combate ao capitalismo ou grupos alternativos praticantes da ecologia profunda. Culturalismo: as vozes que se colocam em confronto diante do grande dilema ético e político do iluminismo versus o relativismo cultural, ou culturalismo. A tese da solidariedade geracional e o conceito da Dignidade Humana para considerar tese filosófica e jurídica da solidariedade entre gerações e o direito dos não nascidos. Os novos movimentos sociais: A construção dos grupos sociais organizados com viés ideológico, como os Sem-Terra e os Sem-Teto, as comunidades quilombolas e outros, que se organizam em movimentos em luta contra o capitalismo. As estratégias de luta no Século XXI: O dilema entre ativismo de confronto versus de negociação. A busca pelo politicamente-correto e pelas as boas práticas sócio-ambientais nas empresas. (Profº Hugo Studart)